quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Crítica: Vicky Cristina Barcelona

Direção: Woody Allen // Roteiro: Woody Allen // Produção: Letty Aronson, Stephen Tenenbaum e Gareth Wiley // Com: Javier Bardem, Scarlett Johansson, Rebecca Hall, Penélope Cruz, Chris Messina e Patricia Clarkson.

Vicky Cristina Barcelna nos mostra todo o brilho que Woody Allen é capaz de transmitir em seus filmes.
Com um roteiro de base relativamente simples, Woody apresenta, narrado em terceira pessoa, a estória de Vicky (Rebeca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson). Duas amigas que vão passar as férias de verão em Barcelona. A primeira, cética e mais tradicionalista é uma estudante da língua catalã e a segunda uma sonhadora em busca de novos amores. Conhecem Juan Antonio (Javier Bardem) que as convida para um fim-de-semana em Oliviedo, regado a bons passeios e algo a mais entre os três. Com protestos de Vicky, que está noiva, elas aceitam e acabam descobrindo na pequena cidade o poder de sedução de Juan. Após o envolvimento de Cristina com Juan engatar, entra em cena Maria Elena(Penélope Cuz). A ex-esposa inesquecível e enlouquecida que dá novos rumos ao triângulo amoroso. Ou quarteto.
Com uma excelente trilha sonora, que nos presenteia desde o início com a ótima “Barcelona” da banda Giulia y los Tellarini. Woddy traça essa excelente trama, com um desenvolvimento peculiar e uma direção impecável.
Com uma fotografia que não faz por menos. O espectador é levado a uma deliciosa viagem amorosa na vida daqueles ótimos personagens. Sem maiores aprofundamentos no tema, Vicky Cristina Barcelona se fez uma das mais gostosas aventuras que puderam, e ainda podem, ser conferidas nas telonas em 2008.
Vale ressaltar a excelente atuação de todo os atores. Mas quem rouba a cena com maestria é Penélope Cruz. Com sua ótima interpretação rendendo indicações ao Globo de Ouro e ao Oscar.
Nota: 9,0




Cartaz de divulgação do filme.

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