Transmitido ao vivo pelo Canal Brasil, aconteceu ontem, 14, o Prêmio da Academia de Cinema Brasileiro. Considerado por muitos como o principal prêmio da indústria cinematográfica brasileira , o Oscar nacional.Com uma festa que teve como tema a música no cinema brasileiro. Onde, em 28 categorias, foram premiados com o troféu Grande Otelo, as melhores produções do nosso cinema, em 2008.
A apresentação ficou a cargo de Daniel Filho e Marília Pêra. Com um início marcado por piadas com o mau funcionamento do telept e a ausência de fichas com as falas, os apresentadores deram um toque de bom humor ao evento.
“Meu nome não é Johnny” levou seis prêmios, “Estômago” foi o grande vencedor, abocanhando cinco, incluindo as principais categorias, e “Ensaio Sobre a Cegueira” recebeu 4 troféus, em categorias técnicas.
“Linha de Passe”, apesar das oito indicações, não levou nenhuma.
A Secretária de cultura do Rio de Janeiro, Jandira Fegalli, entregou o prêmio de melhor diretor de Fotografia para César Charlone, por “Ensaio sobre a Cegueira”, que concorreu também por “Banheiro do Papa”. O Filme de Fernando Meirelles foi premiado também nas categorias de melhor direção de arte, maquiagem e efeitos visuais.
Rodrigo Santoro entregou os prêmios de Melhor atriz coadjuvante, para Julia Lemmertz, por sua atuação em “Meu nome não é Johnny” e melhor ator coadjuvante para Babu Santana, por “Estômago”.
Cauã Reymond, de “Se Nada Mais Der Certo”, entregou os prêmios de Melhor longa metragem infantil para “Pequenas Histórias” e melhor longa metragem Estrangeiro, para “Vicky Cristina Barcelona”. A película de Woody Allen também foi escolhida como melhor filme internacional pelo voto do público.
“Garoto Cósmico” recebeu menção honrosa como longa de animação.
Foi o ótimo e renomado Tony Ramos que anunciou a vencedora do disputado prêmio de melhor atriz, Leandra Leal, por seu mergulho na atuação em “Nome Próprio”, repetindo a vitória que obteve no festival de Gramado.
O prêmio de melhor ator foi para Selton Melo, pela interpretação de João Estrela em “Meu nome não é Johnny”. Em uma disputa acirrada com outro favorito, João Miguel, de “Estômago”. O filme de Mauro Lima recebeu ainda os prêmios de melhor trilha sonora, melhor som, melhor montagem de ficção e melhor roteiro original.
O documentário mais assistido no Brasil em 2008, “O Mistério do Samba” foi agraciado como melhor longa – documentário e melhor montagem – documentário.
Cacá Diegues apresentou o prêmio de melhor direção, consagrando “Marcos Jorge”, por “Estômago”. Que recebeu ainda, o prêmio de melhor roteiro original.
O esperado troféu de melhor filme - ficção foi entregue por Roberto Farias, presidente da Academia, para “Estômago”. Que foi eleito também como melhor filme – ficção pelo voto do público. Superando sucessos de bilheteria como “Meu nome não é Johnny”, “Ensaio Sobre a Cegueira” e “Linha de Passe”.
“Chega de Saudade” ganhou no quesito melhor figurino e “Os Desafinados” com a trilha sonora.
Nos curtas metragens, “Dossiê Rê Bordosa”, foi eleito o melhor de animação. “Café com Leite”, foi o escolhido na categoria ficção e “Dresnica” como documentário.
“Bárbara” foi escolhido o melhor filme feito por celular.
O Homenageado dessa edição da premiação, apresentado por Carlos Vereda, foi Nelson Pereira dos Santos. Considerado um dos precursores do chamado cinema novo e diretor do clássico "Vidas Secas".
A apresentação ficou a cargo de Daniel Filho e Marília Pêra. Com um início marcado por piadas com o mau funcionamento do telept e a ausência de fichas com as falas, os apresentadores deram um toque de bom humor ao evento.
“Meu nome não é Johnny” levou seis prêmios, “Estômago” foi o grande vencedor, abocanhando cinco, incluindo as principais categorias, e “Ensaio Sobre a Cegueira” recebeu 4 troféus, em categorias técnicas.
“Linha de Passe”, apesar das oito indicações, não levou nenhuma.
A Secretária de cultura do Rio de Janeiro, Jandira Fegalli, entregou o prêmio de melhor diretor de Fotografia para César Charlone, por “Ensaio sobre a Cegueira”, que concorreu também por “Banheiro do Papa”. O Filme de Fernando Meirelles foi premiado também nas categorias de melhor direção de arte, maquiagem e efeitos visuais.
Rodrigo Santoro entregou os prêmios de Melhor atriz coadjuvante, para Julia Lemmertz, por sua atuação em “Meu nome não é Johnny” e melhor ator coadjuvante para Babu Santana, por “Estômago”.
Cauã Reymond, de “Se Nada Mais Der Certo”, entregou os prêmios de Melhor longa metragem infantil para “Pequenas Histórias” e melhor longa metragem Estrangeiro, para “Vicky Cristina Barcelona”. A película de Woody Allen também foi escolhida como melhor filme internacional pelo voto do público.
“Garoto Cósmico” recebeu menção honrosa como longa de animação.
Foi o ótimo e renomado Tony Ramos que anunciou a vencedora do disputado prêmio de melhor atriz, Leandra Leal, por seu mergulho na atuação em “Nome Próprio”, repetindo a vitória que obteve no festival de Gramado.
O prêmio de melhor ator foi para Selton Melo, pela interpretação de João Estrela em “Meu nome não é Johnny”. Em uma disputa acirrada com outro favorito, João Miguel, de “Estômago”. O filme de Mauro Lima recebeu ainda os prêmios de melhor trilha sonora, melhor som, melhor montagem de ficção e melhor roteiro original.
O documentário mais assistido no Brasil em 2008, “O Mistério do Samba” foi agraciado como melhor longa – documentário e melhor montagem – documentário.
Cacá Diegues apresentou o prêmio de melhor direção, consagrando “Marcos Jorge”, por “Estômago”. Que recebeu ainda, o prêmio de melhor roteiro original.
O esperado troféu de melhor filme - ficção foi entregue por Roberto Farias, presidente da Academia, para “Estômago”. Que foi eleito também como melhor filme – ficção pelo voto do público. Superando sucessos de bilheteria como “Meu nome não é Johnny”, “Ensaio Sobre a Cegueira” e “Linha de Passe”.
“Chega de Saudade” ganhou no quesito melhor figurino e “Os Desafinados” com a trilha sonora.
Nos curtas metragens, “Dossiê Rê Bordosa”, foi eleito o melhor de animação. “Café com Leite”, foi o escolhido na categoria ficção e “Dresnica” como documentário.
“Bárbara” foi escolhido o melhor filme feito por celular.
O Homenageado dessa edição da premiação, apresentado por Carlos Vereda, foi Nelson Pereira dos Santos. Considerado um dos precursores do chamado cinema novo e diretor do clássico "Vidas Secas".
